A inspiração não vem… deve ser porque estou confusa
Eu nem sei se o que sinto é real ou fruto da minha imaginação tão rica, que não quer descansar. O tempo passa... eu desespero e os pensamentos voam… Ironicamente só ficam os que me causam dor. Queria mudar isso, mas não depende só de mim.
A esperança pede-me «Vamos mudar, juntos!».
Resta saber se será assim? Como não sei de nós fica aqui o Pedro Abrunhosa…que nesta canção diz o que eu sinto hoje...
E eu não sei quem te perdeu
“Quando veio,
Mostrou-me as mãos vazias,
As mãos como os meus dias,
Tão leves e banais.
E pediu-me
Que lhe levasse o medo,
Eu disse-lhe um segredo:
«Não partas nunca mais»
E dançou,
Rodou no chão molhado,
Num beijo apertado
De barco contra o cais.
E uma asa voa
A cada beijo teu,
Esta noite
Sou dono do céu,
E eu não sei quem te perdeu.
Abraçou-me
Como se abraça o tempo,
A vida num momento
Em gestos nunca iguais.
E parou,
Cantou contra o meu peito,
Num beijo imperfeito
Roubado nos umbrais.
E partiu,
Sem me dizer o nome,
Levando-me o perfume
De tantas noites mais.
E uma asa voa
A cada beijo teu,
Esta noite
Sou dono do céu,
E eu não sei quem te perdeu.”
Obrigada Pedro, hoje as tuas palavras são minhas…
Efectivamente o medo de te perder.
Afectivamente o medo de não saber se te vou ter.
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007
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