terça-feira, 2 de março de 2010

Reviver

Tirei da gaveta afectos guardados e revivi-os em forma de amor esta noite.

Podemos ser felizes, se deixarmos...

Também adorei!

Efectivamente é bom acordar na tua tranquilidade
Afectivamente dormente

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Pensamentos (divertidos?)

Não deixa der ser curioso, que a única coisa que resta, em comum, entre nós... são 19 amigos no FACEBOOK!

Efectivamente era uma vez uma história...
Afectivamente que já lá vai....

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Que vocalista é este?

Comecei por ouvir na rádio... Muitas viagens, em trabalho, por este país fora, durante o verão... Ficou no ouvido. Depois tem a palavra "miúda", para quem acompanha o blog sabe que se trata de um vocábulo especial para mim... E entretanto, já a sabia de cor... Por curiosidade, vim espreitar o clip (feito com muito sentido de humor, diga-se em abono da verdade...) E de repente... O VOCALISTA. UOU! Que vocalista é este? Já tinha gostado da voz, mas como noutras alturas sofri desilusões por teimosamente querer conjugar uma voz com uma cara, nem pensei nisso... mas este senhor é excepção que confirma a regra... Vale a pena ser olhado. Vale a pena ser pensado...

Não sei se é do adiantado da hora, ou não, mas estou, como dizer... bem impressionada...
.
Boa míúdo! As tuas palvras transformam-se agora nas minhas: "Quem és tu, miúdo? Com essa boca e esses olhos... " lalalala

lol

Peço desculpa, mas vou ali ao youtube... ver mais uns clips dos AZEITONAS. E apreciar a obra feita, não sei se me faço entender?

Efectivamente, ele há com cada surpresa
Afectivamente, a miúda, aqui, ficou agradavelmente surpreendida (e olhem que não é fácil)

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Conversas Coloridas (Parte IX) - Só para recordar velhos tempos..

Sábado à noite. Local de sempre. Amigos de sempre.

- Gosto tanto de te ver dançar!
- Obrigada...
- Qualquer tipo de música, danças tão bem...
- É, eu sou assim... Danço conforme a música que me dão!
- Acho que esta resposta vai além da tua dança.
- Tens razão. Vai mais ao encontro da tua música (risos)
- Não perdeste o mau feitio. E isso deixa-me doido!
- Olha, já tu perdeste a noção do tempo...

(E dancei, dancei, dancei...)

Horas depois uma mensagem:

- Fecho os olhos e só consigo ver-te a dançar... Não consigo dormir!
- (silêncio)

Outra mensagem:

- Estou à porta de tua casa. Podes descer?
- Não estou em casa!

Foram tempos em que a tua paleta de cores me deixava à roda. Foram tempos em que as músicas que dançava me lembravam de ti. Foram tempos em que dançar contigo eram noites perfeitas. Estamos tão longe desses tempos agora... Gostava tanto que percebesses, que o tempo passou. E que se nós não conseguimos ser felizes no «nosso» tempo, jamais o seremos agora. A música mudou;)

Efectivamente dançando
Afectivamente não ficaram saudades

Palavra de ordem!

(Estou a escrever isto para ver se me consigo convencer a mim própria)

A palavra de ordem para estes lados é: DEIXA ROLAR!

Para alguém que me está sempre a dizer: "Essa é a diferença!" Quero que saibas que quero marcar a diferença, só para ti (shiiiiiiiiuuu)

Efectivamente é bom jogar às escondidas
Afectivamente espero encontrar-te sempre aí (sim, já sei!)

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Porque sei que me iluminas...

Voltei...
Muita coisa mudou desde a última vez que aqui estive... Nunca tinha tido esta sensação tão forte de que, de facto, a vida não pára, não espera por nós...
Resta-nos vivê-la... tal e qual ela é!

Neste meio tempo passei pela despedida mais dolorosa da minha vida... E dizer adeus para sempre não é fácil!
Fui a Miami, antes passei por Toronto, para ir ao casamento da minha prima Tânia...
Foram dias maravilhosos... em família...
Mal sabia eu que seria a última vez que veria o meu tio. Não um tio qualquer, mas aquele tio que está sempre lá, mesmo à distância, como era o caso, aquele tio a quem se podiam fazer confidências, a quem se podia contar medos e ligar quando nos apetece desistir de tudo... O meu tio era uma das melhores pessoas que já conheci... Um homem fantástico, cheio de qualidades e virtudes, carinhoso, afável, simpático... divertido. Único! Ele não era um tio... era um AMIGO!
Fizémos planos, prometemos ver-nos mais, combinámos as próximas férias...
Nada disso irá acontecer...
Lamentei a minha existência depois de saber que jamais o voltaria a ver... Desejei que o mundo acabasse perante tal injustiça... Chorei dias a fio... Passei noites em claro...
Hoje, agradeço o privilégio de o poder ter conhecido, de ter feito parte da vida dele... Não é para qualquer um.



O curioso... é que eu e o meu tio nunca nos despediamos... Todas as vezes, e foram muitas, que ele veio a Portugal, jamais nos despedimos... ele nunca gostou. Um dia antes de partir para Miami ao despedir-me dele, chorei... chorámos... Esse dia foi o último. Nunca saberei dizer porque chorei. Afinal, nós nunca nos despedimos... e assim será. Sei-te aí a cada passo meu... Obrigada por me teres tornado alguém melhor. Obrigada por me continuares a iluminar...
E a promessa que te fiz continua de pé... tio Ernesto...

Efectivamente um orgulho imenso
Afectivamente um amor maior

sexta-feira, 22 de maio de 2009

De férias!

A menina vai ali de férias, mas volta já.
o destino é Miami... A companhia não poderia ser melhor;)






Roam-se de inveja... lol. Depois conto tudo;)

Efectivamente cansada.
Afectivamente «precisada».

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Porque a felicidade acontece...

Vim aqui só para dizer que a felicidade acontece...

Às vezes, caminhamos incansavelmente à procura da felicidade e quando nos sentamos exaustos, derrotados, desiludidos, ela surge... inexplicavelmente.
Assim és tu na minha vida... um acontecimento inexplicavel... incrivelmente doce... arrebatadoramente feliz... simplesmente maravilhoso... completamente inesperado... mas divinalmente previsível. Porque tu, com esse sorriso, esse olhar, essas pestanas... tu, com essa luz, essa magia, essa naturalidade magnética (que tanta falta me fazia) só podias ser para mim.
E agora só posso dizer que valeu a pena esperar... pois a felicidade acontece;)

Efectivamente inexplicável
Afectivamente feliz

terça-feira, 12 de maio de 2009

Uma carta para um amor

Se tivesse que te escrever uma carta agora nem saberia o que dizer... São tão poucos dias, mas tantos os momentos de felicidade pura, de entrega desmedida, de sorrisos mágicos, de olhares cúmplices, de ternura partilhada...
Já não sei como é um fim-de-semana sem as tuas pestanas a tocar no meu nariz, sem o teu sorriso de menino 'traquinas', sem as conversas desprendidas, sem a naturalidade da tua presença, sem a certeza das tuas convicções, que tanto procurei...
Tenho que dizer-te acima de tudo que te admiro... A tua responsabilidade, a força das tuas atitudes, a tranquilidade das tuas palvras, o empenho para te tornares melhor todos os dias, o esforço para não desapontares os que te rodeiam, a facilidade que tens em fazer amigos, o respeito que todos te têm, a descontracção com que caminhas pela vida...
Sinto-me segura na liberdade que me dás... Contigo não há ansiedades e tudo é descomplicado...
Tu és como um truque de magia... mas não há coelhos nem cartolas... não há varinha de condão nem carta na manga... És simples... E na simplicidade estão as coisas mais belas do mundo!

Efectivamente uma carta sem magia, mas cheia de amor.
Afectivamente um amor cheio de magia.

terça-feira, 5 de maio de 2009

Apetecia-me congelar o teu sorriso :-)

Há um certo sorriso por aí... que me arranca suspiros!

Ai, ai!

Só me apetece cantar:

"Peguei, trinquei, meti-te na cesta
Ris e dás-me a volta a cabeça
Vem cá, tenho sede
Quero o teu amor de água fresca"


Efectivamente suspirando...
Afectivamente feliz por te ter encontrado!

sábado, 25 de abril de 2009

25 de Abril Sempre!

Há muito tempo, que todos os anos, por esta altura, ouço a mesma história…
É uma história recente, que não vivi… mas que me pertence.
É uma história agitada, que trouxe tranquilidade e esperança.
É uma história que me orgulha, porque apesar de não a ter vivido é também minha e tranquiliza-me saber que há precisamente 35 anos houve alguém que «lutou», para que hoje «eu» tivesse esperança… para que «eu» hoje fosse livre!

E depois do adeus

Quis saber quem sou
O que faço aqui
Quem me abandonou
De quem me esqueci
Perguntei por mim
Quis saber de nós
Mas o mar
Não me traz
Tua voz.
Em silêncio, amor
Em tristeza e fim
Eu te sinto, em flor
Eu te sofro, em mim
Eu te lembro, assim
Partir é morrer
Como amar
É ganhar
E perder.
Tu viste em flor
Eu te desfolhei
Tu te deste em amor
Eu nada te dei
Em teu corpo, amor
Eu adormeci
Morri nele
E ao morrer
Renasci.
E depois do amor
E depois de nós
O dizer adeus
O ficarmos sós
Teu lugar a mais
Tua ausência em mim
Tua paz
Que perdi
Minha dor
Que aprendi.
De novo vieste em flor
Te desfolhei...
E depois do amor
E depois de nós
O adeus
O ficarmos sós.

25 de Abril Sempre!

(Gostava muito que esta fosse também um dia a nossa senha. Talvez, nessa madrugada, tantas vezes esboçada, em que queiras, de novo, ser livre.)

Efectivamente a esperança de Abril
Afectivamente: E depois do adeus?

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Sol de Inverno

Sabe Deus que eu quis
Contigo ser feliz
Viver ao sol do teu olhar,
Mais terno.
Morto o teu desejo
Vivo o meu desejo
Primavera em flor
Ao sol de inverno
Sonhos que sonhei
Onde estão?
Horas que vivi
Quem as tem?
De que serve ter coração
E não ter o amor de ninguém?
Beijos que te dei
Onde estão?
A quem foste dar
O que é meu?
Vale mais não ter coração
Do que ter e não ter, como eu.
Eu em troca de nada
Dei tudo na vida
Bandeira vencida
Rasgada no chão,
Sou a data esquecida
A coisa perdida
Que vai a leilão.
Sonhos que sonhei
Onde estão?
Horas que vivi
Quem as tem?
De que serve ter coração
E não ter o amor de ninguém?
Vivo de saudades, amor
A vida perdeu fulgor,
Como o sol de inverno
Não tenho calor.

(Porque, às vezes, o sol só não chega para nos aquecer! Porque há dias que custam mais a passar na saudade. Porque há pessoas, que mesmo na ausência, não deixam de fazer sentido. Porque há sentimentos que não passam, apesar do tempo passar. Porque há músicas que fazem todo o sentido sempre!)

Efectivamente num sol de inverno...
Afectivamente sem calor!

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Passo a passo...

O caminho para a felicidade também se faz deixando que as pessoas nos surpreendam...

Efectivamente (ainda) de boca aberta...
Afectivamente construíndo o caminho para a felicidade

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Cobarde...

Falta-me a coragem de AMAR...

Achas que consegues perdoar-me (isso), (por agora)?

Efectivamente cobarde.
Afectivamente tentando encontrar-me

(Desculpa-me, mas gosto tanto do que nós ainda poderemos ser, que achei que gostarías de uma explicação... Juro, é mesmo falta de coragem)

terça-feira, 31 de março de 2009

Conversas Coloridas (Parte VIII) – Não dá!

Palavras numa noite de surpresas… em que estávamos encurralados.

(Não há um «boa noite» para início de conversa nem nada, pois assim como assim já não estamos habituados. Não há um «Tudo bem?» ou «Estás boa?», pois com a idade vamo-nos tornando mais directos e centrando-nos no que mais nos interessa – digo eu!-):

- Para onde vais a seguir?
- Ainda não sei.
- Depois diz-me… Eu quero ir contigo!
- Ok…

(… Já de saída sinto um mão – aquela mão – no meu braço):

- Olha lá, não te estás a esquecer de nada?!
- (Irónica) Não… Tenho a mala e o casaco…
- (Indignado) De mim?!
- (Sorriso). O meu carro está cheio…
- Vamos na minha carrinha… Os teus amigos podem vir connosco.
- Não quero deixar aqui o carro. Desculpa!
- Mas eu quero ir contigo!
(…)

Infelizmente (ou não) não vai dar… Esta noite nem de azul, nem de vermelho, nem de verde…
Pois mesmo que não tenhas reparado o mundo girou… e eu estou a léguas de ti… das tuas palavras… das tuas cores… Aqui, onde estou, não consigo sequer perceber quais são as tuas tonalidades…

(E não vale a pena lamuriares-te às minhas amigas… foram elas as primeiras a abrir-me os olhos… Foram elas as que mais se empenharam em mostrar-me que há cores que raramente combinam. Get it?)

Efectivamente com tanta cor por aí...
Afectivamente à descoberta do arco-íris!