Hoje tenho uma pergunta... Uma dúvida que há uns dias não me sai do pensamento e para a qual não tenho resposta... Talvez, alguém que já tenha vivido uma situação igual, ou parecida, me consiga ajudar...
Com que direito é que as pessoas entram nas nossas vidas, fazem mudanças... e saem como se nada tivesse acontecido?
Não consigo entender...
Efectivamente uma dúvida.
Afectivamente uma desilusão.
segunda-feira, 30 de abril de 2007
sexta-feira, 27 de abril de 2007
Disparando balas de canhão!
Este tema é ...
Qualquer adjectivo é pouco para descrever.
Mais uma vez tenho que agradecer ao Damian, por ter feito esta música.
Cannonball
"There's still a little bit of your taste in my mouth
There's still a little bit of you laced with my doubt
It's still a little hard to say what's going on
There's still a little bit of your ghost your witness
There's still a little piece of your face i haven't kissed
You step a little closer to me
Still i can't see what's going on
Stones taught me to fly
Love taught me to lie
Life taught me to die
So it's not hard to fall
When you float like a cannonball
There's still a little bit of your song in my ear
There's still a little bit of your words i long to hear
You step a little closer each day
So close that i can't see what's going on
Stones taught me to fly
Love taught me to lie
Life taught me to die
So it's not hard to fall
When you float like a cannon
Stones taught me to fly
Love taught me to cry
So come on courage
Teach me to be shy
'Cause it's not hard to fall
And i don't want to scare her
It's not hard to fall
And i don't wanna lose
It's not hard to grow
When you know that you just don't know "
Já foi assim... mas passou... Como quem dispara uma bala de canhão.
Efectivamente um tema fantástico.
Afectivamente sem pena.
Qualquer adjectivo é pouco para descrever.
Mais uma vez tenho que agradecer ao Damian, por ter feito esta música.
Cannonball
"There's still a little bit of your taste in my mouth
There's still a little bit of you laced with my doubt
It's still a little hard to say what's going on
There's still a little bit of your ghost your witness
There's still a little piece of your face i haven't kissed
You step a little closer to me
Still i can't see what's going on
Stones taught me to fly
Love taught me to lie
Life taught me to die
So it's not hard to fall
When you float like a cannonball
There's still a little bit of your song in my ear
There's still a little bit of your words i long to hear
You step a little closer each day
So close that i can't see what's going on
Stones taught me to fly
Love taught me to lie
Life taught me to die
So it's not hard to fall
When you float like a cannon
Stones taught me to fly
Love taught me to cry
So come on courage
Teach me to be shy
'Cause it's not hard to fall
And i don't want to scare her
It's not hard to fall
And i don't wanna lose
It's not hard to grow
When you know that you just don't know "
Já foi assim... mas passou... Como quem dispara uma bala de canhão.
Efectivamente um tema fantástico.
Afectivamente sem pena.
Dito isto não há mais nada a acrescentar…
Assim… com a razão a apontar na direcção certa termina uma história errada… que não se chegou a escrever.
Queríamos desenhar as nossas vidas juntas… mas não conseguimos passar dos esboços. Qual pintor frustrado?
Depois de várias tentativas de sermos arquitectos de um amor de alicerces poucos sólidos descobrimos que é melhor terminar a obra… afinal, as licenças para arrancar esta construção não chegaram a sair (de dentro dos corações).
E aliás, como tu próprio quiseste frisar, pode ser que o futuro nos queira juntos novamente.
Pode ser... Mas agora não!
Cansei-me de esperar por um postal de notificação que vem de um futuro que chega tardio…
Sê feliz!
Eu também serei…
Efectivamente cansada desta história
Afectivamente farta de ti
Queríamos desenhar as nossas vidas juntas… mas não conseguimos passar dos esboços. Qual pintor frustrado?
Depois de várias tentativas de sermos arquitectos de um amor de alicerces poucos sólidos descobrimos que é melhor terminar a obra… afinal, as licenças para arrancar esta construção não chegaram a sair (de dentro dos corações).
E aliás, como tu próprio quiseste frisar, pode ser que o futuro nos queira juntos novamente.
Pode ser... Mas agora não!
Cansei-me de esperar por um postal de notificação que vem de um futuro que chega tardio…
Sê feliz!
Eu também serei…
Efectivamente cansada desta história
Afectivamente farta de ti
segunda-feira, 23 de abril de 2007
Para uma amiga especial
Há 26 anos atrás… nasceu.
Era pequenina, como ainda hoje o é.
Tinha uns olhos azuis, que iluminavam o caminho.
Pareciam duas estrelinhas a brilhar.
E um sorriso presente… que impunha ser olhado.
Como um diamante numa montra.
Não a conhecia então. Mas tenho a certeza que era assim…
Um dia, os nossos caminhos cruzaram-se.
E esse sorriso ficou para sempre em mim.
O brilho dos seus olhos iluminou o meu caminho também.
Uma palavra acertada. Uma piada infalível. Um olhar cúmplice.
A atitude determinada. A alma aberta. O coração honesto.
E os nossos caminhos nunca mais se separaram.
Vivemos o verão das nossas vidas. Juntas.
E nada pode apagar isso.
As cumplicidades, gargalhadas, medos, decisões, esperanças, desejos, segredos… partilhas que contam duas histórias, que se unem numa só.
A nossa vida. Na qual temos estado sempre juntas.
Juntas mudamos o mundo. O nosso mundo.
Juntas vencemos medos. Os nossos medos.
Juntas conquistamos sonhos. Os nossos sonhos.
Juntas triunfamos batalhas. As nossas batalhas.
Juntas somos grandes. (Ainda que ninguém acredite).
Juntas construímos a amizade. A nossa amizade. Sólida. Verdadeira. Intocável.
E assim vai ser sempre… Juntas.
Felicidades Adri! Parabéns pelo aniversário e por seres como és...
Efectivamente uma grande amiga
Afectivamente uma irmã!
Era pequenina, como ainda hoje o é.
Tinha uns olhos azuis, que iluminavam o caminho.
Pareciam duas estrelinhas a brilhar.
E um sorriso presente… que impunha ser olhado.
Como um diamante numa montra.
Não a conhecia então. Mas tenho a certeza que era assim…
Um dia, os nossos caminhos cruzaram-se.
E esse sorriso ficou para sempre em mim.
O brilho dos seus olhos iluminou o meu caminho também.
Uma palavra acertada. Uma piada infalível. Um olhar cúmplice.
A atitude determinada. A alma aberta. O coração honesto.
E os nossos caminhos nunca mais se separaram.
Vivemos o verão das nossas vidas. Juntas.
E nada pode apagar isso.
As cumplicidades, gargalhadas, medos, decisões, esperanças, desejos, segredos… partilhas que contam duas histórias, que se unem numa só.
A nossa vida. Na qual temos estado sempre juntas.
Juntas mudamos o mundo. O nosso mundo.
Juntas vencemos medos. Os nossos medos.
Juntas conquistamos sonhos. Os nossos sonhos.
Juntas triunfamos batalhas. As nossas batalhas.
Juntas somos grandes. (Ainda que ninguém acredite).
Juntas construímos a amizade. A nossa amizade. Sólida. Verdadeira. Intocável.
E assim vai ser sempre… Juntas.
Felicidades Adri! Parabéns pelo aniversário e por seres como és...
Efectivamente uma grande amiga
Afectivamente uma irmã!
sexta-feira, 20 de abril de 2007
365 dias de amor
Desci as escadas apressada com medo de não te voltar a ver.
Conheces os meus passos… e fizeste um compasso de espera… dissimulaste, com esse charme característico, para que não percebesse que me esperavas.
Afinal… eu também conheço os teus passos!
Olhei-te… e não tinha nada para te dizer…
As escadas, que desci a correr, ficaram com as minhas palavras.
Abracei-te! Foi o melhor abraço que alguma vez demos. Soube nesse momento que podias partir… Pois para onde quer que fosses eu iria contigo… em ti.
E, essa segurança, ninguém pode roubar.
Desci as escadas apressada para que soubesses que podias partir tranquilo. Para te dizer que ficarás em mim. Mesmo não sabendo qual é a data do teu regresso.
Nada pode apagar o último ano que vivemos… As gargalhadas, os olhares, as carícias, os segredos, as mudanças, os medos, as cumplicidades, os pensamentos, as loucuras… 365 dias de amor… Nada pode mudar.
Desci as escadas apressada, porque me lembrei de tudo isto, porque não queria que partisses, ainda que me parece injusto pedir-to, porque queria ter coragem de te dizer que esperarei mil anos por ti, nem que fosse para viver apenas mais 365 dias de amor.
Efectivamente 365 dias… uma vida
Afectivamente pois sei que me vais ler, não importa onde estejas.
Conheces os meus passos… e fizeste um compasso de espera… dissimulaste, com esse charme característico, para que não percebesse que me esperavas.
Afinal… eu também conheço os teus passos!
Olhei-te… e não tinha nada para te dizer…
As escadas, que desci a correr, ficaram com as minhas palavras.
Abracei-te! Foi o melhor abraço que alguma vez demos. Soube nesse momento que podias partir… Pois para onde quer que fosses eu iria contigo… em ti.
E, essa segurança, ninguém pode roubar.
Desci as escadas apressada para que soubesses que podias partir tranquilo. Para te dizer que ficarás em mim. Mesmo não sabendo qual é a data do teu regresso.
Nada pode apagar o último ano que vivemos… As gargalhadas, os olhares, as carícias, os segredos, as mudanças, os medos, as cumplicidades, os pensamentos, as loucuras… 365 dias de amor… Nada pode mudar.
Desci as escadas apressada, porque me lembrei de tudo isto, porque não queria que partisses, ainda que me parece injusto pedir-to, porque queria ter coragem de te dizer que esperarei mil anos por ti, nem que fosse para viver apenas mais 365 dias de amor.
Efectivamente 365 dias… uma vida
Afectivamente pois sei que me vais ler, não importa onde estejas.
quinta-feira, 5 de abril de 2007
Para um grande avô
Há vidas que não podem deixar de ser faladas… que não nos deixam indiferentes.
Porque são feitas de feitos, de poesias soltas, de momentos mágicos, de palavras irrepreensíveis, de gestos de grandeza indubitável, de conselhos perfeitos…
Assim é a vida do Sr. Manel… assim é a vida do meu avô: Uma cantiga de desafio com voz de desgarrada…
87 anos com a simplicidade de uma boina na cabeça.
Contam-me, que quando era ainda pequena, o meu lugar na mesa era sempre ao teu lado, avô. Gostava de me sentar pertinho de ti e que me enchessem o prato de arroz de tomate. Lembro-me, como se fosse hoje, o quanto gostava de te olhar e ver os teus olhos brilhantes de orgulho… na mesa corrida e cheia de gente, a nossa família.
Dizem-me que me chamavas Joaninha pois não gostavas do nome que os meus pais tinham escolhido para mim… mas isso não abalava o carinho. Um carinho que se fazia notar numa mão firme, quando me colocavas em cima do tractor depois de mais um dia de vindimas.
Recordo ouvir-te contar mil histórias do antigamente, gracioso e sorridente, e eu, corria curiosa para ouvir o delicioso desfecho de mais um conto de gente grande que tinha sempre contornos de ternura e uma pitada de humor…
Sempre te ouvi cantar… Todas as ocasiões, por vezes, as menos pensadas, eram a altura ideal… Não havia receios de olhares ou críticas e nem umas cotoveladinhas (de amor) da avó Isaura te faziam parar. Pois era altura de cantar. E nada pode parar as emoções de quem canta com alma na voz.
Os conselhos sábios feitos de palavras simples e justificados por exemplos credíveis, ganham outra força… Força de quem carrega consigo a sabedoria de uma vida desafiada pelo amor, pela força, pela fé… de um amanhã melhor. Conselhos que bebo com a sede de respeito e confiança plena. Não conheço ninguém melhor para me aconselhar…
Não esqueço as muitas notas, que à socapa de todos, me enfiavas no bolso… Notas que tinham um valor diferente, muito superior… possuíam o valor do amor… da confiança, da cumplicidade…
Lembro-me sempre dos muitos passeios que dávamos à volta da capela de Santo António. Passeios, em que os silêncios confortáveis se misturavam com risadas sinceras, histórias fictícias, palavras inventadas, verdades cruas, momentos únicos… E tenho tantas saudades desse tempo, em que o tempo me deixava estar mais contigo… Agora passeio as saudades que tenho de ti.
O tempo passou…
Hoje…
continuo a gostar de arroz de tomate, ainda que reconheço não ter o sabor de outrora,
continuo a ter uma Joaninha dentro de mim, que voa, muitas vezes, para baixo da asa do avô protector,
continuo ansiosa por ouvir as muitas histórias que ainda não contaste e me continuam a deliciar como sempre,
continuo a ouvir-te cantar com o mesmo entusiasmo na voz, de quem acredita que não é tarde para sermos felizes,
continuo a ter sede dos teus conselhos sábios, que mais do que uma vez me acordaram para a realidade,
continuo a valorizar mais o carinho que as notas que me dás, de vez em quando, à socapa,
continuo a sonhar com passeios intermináveis em tardes de Abril,
continuo a sentir, sempre que nos reunimos, que tens o mesmo brilho nos olhos perante uma mesa comprida… cheia de gente, muito mais gente… a nossa família.
E eu continuo a ocupar o meu lugar na mesa… a teu lado.
Há vidas que não podem deixar de ser faladas, que não nos deixam indiferentes, que nos tornam diferentes… melhores pessoas. Há vidas que são vividas com a garra de quem canta uma canção de desafio… Há vidas, assim como a tua, avô. Em que as palavras não chegam para a contar.
Obrigada!
Parabéns!
Efectivamente o melhor avô do mundo.
Afectivamente um Homem com H maiúsculo.
Porque são feitas de feitos, de poesias soltas, de momentos mágicos, de palavras irrepreensíveis, de gestos de grandeza indubitável, de conselhos perfeitos…
Assim é a vida do Sr. Manel… assim é a vida do meu avô: Uma cantiga de desafio com voz de desgarrada…
87 anos com a simplicidade de uma boina na cabeça.
Contam-me, que quando era ainda pequena, o meu lugar na mesa era sempre ao teu lado, avô. Gostava de me sentar pertinho de ti e que me enchessem o prato de arroz de tomate. Lembro-me, como se fosse hoje, o quanto gostava de te olhar e ver os teus olhos brilhantes de orgulho… na mesa corrida e cheia de gente, a nossa família.
Dizem-me que me chamavas Joaninha pois não gostavas do nome que os meus pais tinham escolhido para mim… mas isso não abalava o carinho. Um carinho que se fazia notar numa mão firme, quando me colocavas em cima do tractor depois de mais um dia de vindimas.
Recordo ouvir-te contar mil histórias do antigamente, gracioso e sorridente, e eu, corria curiosa para ouvir o delicioso desfecho de mais um conto de gente grande que tinha sempre contornos de ternura e uma pitada de humor…
Sempre te ouvi cantar… Todas as ocasiões, por vezes, as menos pensadas, eram a altura ideal… Não havia receios de olhares ou críticas e nem umas cotoveladinhas (de amor) da avó Isaura te faziam parar. Pois era altura de cantar. E nada pode parar as emoções de quem canta com alma na voz.
Os conselhos sábios feitos de palavras simples e justificados por exemplos credíveis, ganham outra força… Força de quem carrega consigo a sabedoria de uma vida desafiada pelo amor, pela força, pela fé… de um amanhã melhor. Conselhos que bebo com a sede de respeito e confiança plena. Não conheço ninguém melhor para me aconselhar…
Não esqueço as muitas notas, que à socapa de todos, me enfiavas no bolso… Notas que tinham um valor diferente, muito superior… possuíam o valor do amor… da confiança, da cumplicidade…
Lembro-me sempre dos muitos passeios que dávamos à volta da capela de Santo António. Passeios, em que os silêncios confortáveis se misturavam com risadas sinceras, histórias fictícias, palavras inventadas, verdades cruas, momentos únicos… E tenho tantas saudades desse tempo, em que o tempo me deixava estar mais contigo… Agora passeio as saudades que tenho de ti.
O tempo passou…
Hoje…
continuo a gostar de arroz de tomate, ainda que reconheço não ter o sabor de outrora,
continuo a ter uma Joaninha dentro de mim, que voa, muitas vezes, para baixo da asa do avô protector,
continuo ansiosa por ouvir as muitas histórias que ainda não contaste e me continuam a deliciar como sempre,
continuo a ouvir-te cantar com o mesmo entusiasmo na voz, de quem acredita que não é tarde para sermos felizes,
continuo a ter sede dos teus conselhos sábios, que mais do que uma vez me acordaram para a realidade,
continuo a valorizar mais o carinho que as notas que me dás, de vez em quando, à socapa,
continuo a sonhar com passeios intermináveis em tardes de Abril,
continuo a sentir, sempre que nos reunimos, que tens o mesmo brilho nos olhos perante uma mesa comprida… cheia de gente, muito mais gente… a nossa família.
E eu continuo a ocupar o meu lugar na mesa… a teu lado.
Há vidas que não podem deixar de ser faladas, que não nos deixam indiferentes, que nos tornam diferentes… melhores pessoas. Há vidas que são vividas com a garra de quem canta uma canção de desafio… Há vidas, assim como a tua, avô. Em que as palavras não chegam para a contar.
Obrigada!
Parabéns!
Efectivamente o melhor avô do mundo.
Afectivamente um Homem com H maiúsculo.
segunda-feira, 2 de abril de 2007
Outra estação
Hoje, dei por mim a pensar em mim... coisa que faço pouco, confesso.
Muitas pessoas têm-me perguntado ultimamente o que se passa comigo e nem sei, muito bem, o que responder. Finalmente, cheguei a uma conclusão: Estou à espera de começar a viver.
Sei que parece estranho isto, dito assim, mas é verdade... sinto que a vida ainda não começou para mim. Estou à espera de algo... e não sei bem o que é. Vivo na ansiedade de não saber o que quero...
Parece que estou numa estação e nunca mais passa o comboio que me vai levar...
Hoje, dei por mim a pensar em ti... coisa que faço muito, confesso.
Pensei se serias o comboio em que quero partir sem olhar para trás?
Finalmente, cheguei a uma conclusão: És daqueles comboios que param em todas as estações e apeadeiros. E não sei se o meu amor consegue esperar. É que eu sou um trem de grande velocidade e tenho pressa de começar a viver.
Sinto que já me cansam as paredes desta estação... Sinto que vou apanhar o primeiro comboio que passar... Espero encontrarte por aí... noutra estação!.
Entretanto deixo-te a letra da que seria a nossa canção hoje:
Lo ves
"Nuestro amor era igual
que una tarde de abril
que también es fugaz
como ser feliz
Pudo ser y no fué
por ser la vida como es
nos dió la vuelta del revés
lo ves, lo ves
Nuestro amor era igual
que una mañana sin fin
imposible también como no morir
Dejó de ser o será
porque el diablo es como es
juega contigo al esconder
lo ves, lo ves
Y ahora somos como
dos extraños más
que van quedándose detrás
Yo sigo enamorado
y tú sigues sin saber si lo has estado
y si te quize alguna vez
lo ves, lo ves
Después nos hemos vuelto a ver
alguna vez y siempre igual
como dos extraños más
que van quedándose detrás
este extraño se ha entregado
hasta ser como las palmas de tus manos
y tú solo has actuado
yo aún sabiendo que mentias me calle
y me preguntas si te ame
lo ves, lo ves.
Yo que lo había adivinado
y tú sigues sin saber que se ha acabado
por una vez escuchame
lo ves, lo ves.
Mirandonos aquí diciendo adios..."
Obrigada Alejandro Sanz!
Espero que não a oiças tarde de mais.
Efectivamente na estação errada.
Afectivamente comprei bilhete para o teu comboio...
Muitas pessoas têm-me perguntado ultimamente o que se passa comigo e nem sei, muito bem, o que responder. Finalmente, cheguei a uma conclusão: Estou à espera de começar a viver.
Sei que parece estranho isto, dito assim, mas é verdade... sinto que a vida ainda não começou para mim. Estou à espera de algo... e não sei bem o que é. Vivo na ansiedade de não saber o que quero...
Parece que estou numa estação e nunca mais passa o comboio que me vai levar...
Hoje, dei por mim a pensar em ti... coisa que faço muito, confesso.
Pensei se serias o comboio em que quero partir sem olhar para trás?
Finalmente, cheguei a uma conclusão: És daqueles comboios que param em todas as estações e apeadeiros. E não sei se o meu amor consegue esperar. É que eu sou um trem de grande velocidade e tenho pressa de começar a viver.
Sinto que já me cansam as paredes desta estação... Sinto que vou apanhar o primeiro comboio que passar... Espero encontrarte por aí... noutra estação!.
Entretanto deixo-te a letra da que seria a nossa canção hoje:
Lo ves
"Nuestro amor era igual
que una tarde de abril
que también es fugaz
como ser feliz
Pudo ser y no fué
por ser la vida como es
nos dió la vuelta del revés
lo ves, lo ves
Nuestro amor era igual
que una mañana sin fin
imposible también como no morir
Dejó de ser o será
porque el diablo es como es
juega contigo al esconder
lo ves, lo ves
Y ahora somos como
dos extraños más
que van quedándose detrás
Yo sigo enamorado
y tú sigues sin saber si lo has estado
y si te quize alguna vez
lo ves, lo ves
Después nos hemos vuelto a ver
alguna vez y siempre igual
como dos extraños más
que van quedándose detrás
este extraño se ha entregado
hasta ser como las palmas de tus manos
y tú solo has actuado
yo aún sabiendo que mentias me calle
y me preguntas si te ame
lo ves, lo ves.
Yo que lo había adivinado
y tú sigues sin saber que se ha acabado
por una vez escuchame
lo ves, lo ves.
Mirandonos aquí diciendo adios..."
Obrigada Alejandro Sanz!
Espero que não a oiças tarde de mais.
Efectivamente na estação errada.
Afectivamente comprei bilhete para o teu comboio...
quinta-feira, 29 de março de 2007
Os meus dias…
Passo os dias à espera do amanhã…
E é tão impotente esta sensação de vazio.
Conto as horas num relógio sem ponteiros,
Descompassado entre os nossos dias sem horários.
Sem palavras. Sem cores. Sem sorrisos.
Sem nós.
Passo os dias à espera do amanhã…
Um dia novo que me traga notícias dos teus dias.
Dias que passas longe de mim,
Entre pessoas que não conheço.
Sem emoções. Sem motivos. Sem momentos.
Sem nós.
Passo os dias à espera do amanhã…
Um dia em que voltas sorrindo.
Esquecendo tudo o que não houve,
E colocas de lado, de forma irrepreensivel, o que não foi dito.
Sem medos. Sem pretextos. Sem justificações.
Sem nós.
Passo os dias à espera do amanhã…
Sonhando com a tua voz tranquila.
Com as poesias que fazes sem pensar,
Numa vida desencontrada que segue lenta em corredores estreitos.
Sem ternura. Sem coragem. Sem sonhos.
Sem nós.
Passo os dias à espera do amanhã…
De me encontrar nos teus braços.
De me perder nas loucuras que dizemos,
Sem medir consequências do bem e do mal…
Com amor. Com paixão. Com sentimento.
Com os dois.
Passo os dias à espera… de saber como será?
Passo os dias à espera … de ti!
Efectivamente à espera...
Afectivamente uma dor.
E é tão impotente esta sensação de vazio.
Conto as horas num relógio sem ponteiros,
Descompassado entre os nossos dias sem horários.
Sem palavras. Sem cores. Sem sorrisos.
Sem nós.
Passo os dias à espera do amanhã…
Um dia novo que me traga notícias dos teus dias.
Dias que passas longe de mim,
Entre pessoas que não conheço.
Sem emoções. Sem motivos. Sem momentos.
Sem nós.
Passo os dias à espera do amanhã…
Um dia em que voltas sorrindo.
Esquecendo tudo o que não houve,
E colocas de lado, de forma irrepreensivel, o que não foi dito.
Sem medos. Sem pretextos. Sem justificações.
Sem nós.
Passo os dias à espera do amanhã…
Sonhando com a tua voz tranquila.
Com as poesias que fazes sem pensar,
Numa vida desencontrada que segue lenta em corredores estreitos.
Sem ternura. Sem coragem. Sem sonhos.
Sem nós.
Passo os dias à espera do amanhã…
De me encontrar nos teus braços.
De me perder nas loucuras que dizemos,
Sem medir consequências do bem e do mal…
Com amor. Com paixão. Com sentimento.
Com os dois.
Passo os dias à espera… de saber como será?
Passo os dias à espera … de ti!
Efectivamente à espera...
Afectivamente uma dor.
segunda-feira, 19 de março de 2007
Já não sei viver sem ti?
Já não sei viver sem ti.
Sem as tuas contradições e dilemas,
Esquemas e cenas sentimentais.
Excita-me a tua arrogância e aparente desprezo,
A falta de coragem e provocações constantes.
Gosto quando me arruínas os planos,
E me dizes mentiras a toda a hora.
Adoro quando evitas olhar-me,
E me respondes sem ter ouvido o que te perguntei.
Quero-te quando finges não notar as minhas investidas,
E pareces esquecer quem sou.
Levas-me à loucura quando não me respondes às mensagens,
E negas ter visto os meus telefonemas.
Fascina-me a tua capacidade de deixar as conversas a meio,
E mais ainda quando voltas a elas e não tens nada acrescentar.
Tiram-me do sério os teus exageros,
E as divagações alucinadas sem mais...
Amo os teus defeitos
E confesso que sem eles já não sei viver.
Efectivamente um amor inexplicável
Afectivamente um verdadeiro amor.
Sem as tuas contradições e dilemas,
Esquemas e cenas sentimentais.
Excita-me a tua arrogância e aparente desprezo,
A falta de coragem e provocações constantes.
Gosto quando me arruínas os planos,
E me dizes mentiras a toda a hora.
Adoro quando evitas olhar-me,
E me respondes sem ter ouvido o que te perguntei.
Quero-te quando finges não notar as minhas investidas,
E pareces esquecer quem sou.
Levas-me à loucura quando não me respondes às mensagens,
E negas ter visto os meus telefonemas.
Fascina-me a tua capacidade de deixar as conversas a meio,
E mais ainda quando voltas a elas e não tens nada acrescentar.
Tiram-me do sério os teus exageros,
E as divagações alucinadas sem mais...
Amo os teus defeitos
E confesso que sem eles já não sei viver.
Efectivamente um amor inexplicável
Afectivamente um verdadeiro amor.
quinta-feira, 15 de março de 2007
And so it is...
É mesmo isso... não consigo deixar de pensar em ti!
Grande tema da bando sonora do filme CLOSER... e eu também queria estar pertinho de ti!
Abraçadinhos a dançar ao som desta música (que eu provavelmente iria por no repeat).
Um agradecimento ao Damian Rice!
"And so it is
Just like you said it would be
Life goes easy on me
Most of the time
And so it is
The shorter story
No love, no glory
No hero in her sky
I can't take my eyes off of you
I can't take my eyes off of you
I can't take my eyes off of you
I can't take my eyes off of you
I can't take my eyes off of you
I can't take my eyes...
And so it is
Just like you said it should be
We'll both forget the breeze
Most of the time
And so it is
The colder water
The blower's daughter
The pupil in denial
I can't take my eyes off of you
I can't take my eyes off of you
I can't take my eyes off of you
I can't take my eyes off of you
I can't take my eyes off of you
I can't take my eyes...
Did I say that I loathe you?
Did I say that I want to
Leave it all behind?
I can't take my mind off of you
I can't take my mind off of you
I can't take my mind off of you
I can't take my mind off of you
I can't take my mind off of you
I can't take my mind...
My mind...my mind...
'Til I find somebody new"
Efectivamente "I can't take my mind off you"
Afectivamente "Just like you said it would be"
Grande tema da bando sonora do filme CLOSER... e eu também queria estar pertinho de ti!
Abraçadinhos a dançar ao som desta música (que eu provavelmente iria por no repeat).
Um agradecimento ao Damian Rice!
"And so it is
Just like you said it would be
Life goes easy on me
Most of the time
And so it is
The shorter story
No love, no glory
No hero in her sky
I can't take my eyes off of you
I can't take my eyes off of you
I can't take my eyes off of you
I can't take my eyes off of you
I can't take my eyes off of you
I can't take my eyes...
And so it is
Just like you said it should be
We'll both forget the breeze
Most of the time
And so it is
The colder water
The blower's daughter
The pupil in denial
I can't take my eyes off of you
I can't take my eyes off of you
I can't take my eyes off of you
I can't take my eyes off of you
I can't take my eyes off of you
I can't take my eyes...
Did I say that I loathe you?
Did I say that I want to
Leave it all behind?
I can't take my mind off of you
I can't take my mind off of you
I can't take my mind off of you
I can't take my mind off of you
I can't take my mind off of you
I can't take my mind...
My mind...my mind...
'Til I find somebody new"
Efectivamente "I can't take my mind off you"
Afectivamente "Just like you said it would be"
segunda-feira, 12 de março de 2007
Minutos
São minutos... Minutos de espera, minutos de amor, de glória, de triunfo, de suor, de lágrimas, de alegria... Minutos próximos, minutos distantes (que doem e teimam em passar). E hoje só consigo pensar que cada minuto que passa é menos um que falta para te ver...E cheguei à conclusão que todos os minutos da minha vida são para ti! Por isso para ti esta canção do Mikel Erentxun... Afinal, estou "A un minuto de ti".
"Antes de tres lunas volveré por ti,
antes que me eches de menos".
Dejaste vías muertas tendidas al pasar,
nunca te he esperado tanto.
A un minuto de ti, voy detrás de ti.
A un minuto de ti, te seguiré.
El viento se ha calzado sus guantes de piel,
se entretiene con mi pelo.
Bebo el agua que viene conmigo, estoy
estancado en tu reflejo.
Solamente de ti, gota a gota,
solamente de ti, veneno y sed.
Llegaré solo hasta el umbral.
¡Qué puedo perder!
Me atreveré, cuento un paso más.
No soy como tú.
A un minuto de ti, voy detrás de ti.
A un minuto de ti, te seguiré.
Voy a arder, braceo en espiral,
me vuelvo a repetir.
Saltaré, planeo en derredor
no soy como tú.”
Efectivamente sinto-te cada vez mais perto.
Afectivamente cada minuto meu é teu!
"Antes de tres lunas volveré por ti,
antes que me eches de menos".
Dejaste vías muertas tendidas al pasar,
nunca te he esperado tanto.
A un minuto de ti, voy detrás de ti.
A un minuto de ti, te seguiré.
El viento se ha calzado sus guantes de piel,
se entretiene con mi pelo.
Bebo el agua que viene conmigo, estoy
estancado en tu reflejo.
Solamente de ti, gota a gota,
solamente de ti, veneno y sed.
Llegaré solo hasta el umbral.
¡Qué puedo perder!
Me atreveré, cuento un paso más.
No soy como tú.
A un minuto de ti, voy detrás de ti.
A un minuto de ti, te seguiré.
Voy a arder, braceo en espiral,
me vuelvo a repetir.
Saltaré, planeo en derredor
no soy como tú.”
Efectivamente sinto-te cada vez mais perto.
Afectivamente cada minuto meu é teu!
quinta-feira, 8 de março de 2007
A todas as Mulheres
6h15. Acorda. Levanta-se. Um duche rápido. Pega no filho mais novo e dá-lhe o biberão. Acorda o marido. Prepara o pequeno-almoço. Acorda a Maria. Acorda o Francisco (filhos mais velhos). Enquanto fazem uma pequena birra de sono prepara-lhes a roupa. Faz as camas. Veste o bebé.. Os 5 tomam o pequeno-almoço. Arranja-se, enquanto o marido põe a loiça na máquina. Saem. No caminho contam histórias. Deixa o Eduardo em casa da mãe. E depois de mais 20 minutos no para arranca chega até à escola. Entrega os meninos à professora.
Mais 15 minutos de trânsito e está no trabalho. Uma reunião. Três processos para ler. Decisões a ser tomadas. Uma amiga no messenger que não pára de falar sobre o jantar de sábado. Quatro telefonemas. O chefe que pede um relatório. Hora de almoço. Ginásio. Uma ida ao banco. Almoço com uma fonte. Telefonema para saber do Eduardo. Chega ao trabalho. Dois recados em cima da mesa. Um e-mail importante para responder. Uma entrevista. Um telefonema ao seu mais que tudo para namorar. Combinam o quê fazer para jantar. Escreve um texto. Reunião com a equipa. Seis da tarde. Volta a ligar ao marido. Está atrasada para ir buscar os miúdos. Mas ele também não os pode ir buscar. Liga ao pai, ele diz que não há problema. O telefone volta a tocar, é a mãe. “O Eduardo tem febre! Parece ser o primeiro dente.”. Um brainstorming rápido. Manda um sms ao marido a dizer do Eduardo. Acaba a reunião. Demorou mais do que o previsto. Liga à pediatra. Ainda pode levar lá hoje o bebé. Segue apressada até casa dos pais. Pega no Eduardo mete-se num táxi e voam para a consulta. Benuron receitado. Sai da clínica. O marido está à espera. São oito horas. Recolhe a Maria e o Francisco. “Já fizemos os trabalhos de casa com a avó!” conta o Francisco. “Ainda tenho que colorir um desenho.”, acrescenta a Maria. Chegam, finalmente a casa. Mas o dia está longe de estar terminado. “Maria o pai ajuda-te a colorir o desenho. Francisco, salta para o banho!”. O bebé dorme. O marido tem de terminar um trabalho em casa. Dá banho a Maria. Faz o jantar. Dois telefonemas importantes no meio de um refogado. Jantam finalmente. São nove e meia e os miúdos estão cansados. Enquanto lavam os dentes abre-lhes a cama. “Ó mamã conta-nos uma história! ”. Lê-lhes pela décima vez o «Patinho feio», eles adoram. Chega à sala. O marido abre uma garrafa de vinho. Chegou a hora de relaxar. Enquanto colocam a loiça na máquina conversam e bebem. O Eduardo chora. Está na hora do biberão. Ele volta a dormir, agora com a barriguinha cheia. Volta à sala. O marido já dorme no sofá. Varre o chão. Recolhe os brinquedos. Enrola o fio da Playstation. Passa uma camisa a ferro e umas calças do marido. Recolhe uma papelada da mesa e mete-a na pasta. Limpa a bancada da cozinha. Senta-se no sofá ao lado do marido. Ele acorda. Abraça-a. Conta-lhe um segredo. Levanta-se. Volta com um ramo de flores. “Feliz Dia Internacional da Mulher!”. Adormecem agarrados. 24h34. Um dia interminável...
6h15. Acorda. Levanta-se. Um duche rápido. Ouve o Eduardo a chorar…
Mais um dia…
Uma homenagem às mulheres…
Efectivamente grandes seres humanos.
Afectivamente a minha admiração para todas elas.
Mais 15 minutos de trânsito e está no trabalho. Uma reunião. Três processos para ler. Decisões a ser tomadas. Uma amiga no messenger que não pára de falar sobre o jantar de sábado. Quatro telefonemas. O chefe que pede um relatório. Hora de almoço. Ginásio. Uma ida ao banco. Almoço com uma fonte. Telefonema para saber do Eduardo. Chega ao trabalho. Dois recados em cima da mesa. Um e-mail importante para responder. Uma entrevista. Um telefonema ao seu mais que tudo para namorar. Combinam o quê fazer para jantar. Escreve um texto. Reunião com a equipa. Seis da tarde. Volta a ligar ao marido. Está atrasada para ir buscar os miúdos. Mas ele também não os pode ir buscar. Liga ao pai, ele diz que não há problema. O telefone volta a tocar, é a mãe. “O Eduardo tem febre! Parece ser o primeiro dente.”. Um brainstorming rápido. Manda um sms ao marido a dizer do Eduardo. Acaba a reunião. Demorou mais do que o previsto. Liga à pediatra. Ainda pode levar lá hoje o bebé. Segue apressada até casa dos pais. Pega no Eduardo mete-se num táxi e voam para a consulta. Benuron receitado. Sai da clínica. O marido está à espera. São oito horas. Recolhe a Maria e o Francisco. “Já fizemos os trabalhos de casa com a avó!” conta o Francisco. “Ainda tenho que colorir um desenho.”, acrescenta a Maria. Chegam, finalmente a casa. Mas o dia está longe de estar terminado. “Maria o pai ajuda-te a colorir o desenho. Francisco, salta para o banho!”. O bebé dorme. O marido tem de terminar um trabalho em casa. Dá banho a Maria. Faz o jantar. Dois telefonemas importantes no meio de um refogado. Jantam finalmente. São nove e meia e os miúdos estão cansados. Enquanto lavam os dentes abre-lhes a cama. “Ó mamã conta-nos uma história! ”. Lê-lhes pela décima vez o «Patinho feio», eles adoram. Chega à sala. O marido abre uma garrafa de vinho. Chegou a hora de relaxar. Enquanto colocam a loiça na máquina conversam e bebem. O Eduardo chora. Está na hora do biberão. Ele volta a dormir, agora com a barriguinha cheia. Volta à sala. O marido já dorme no sofá. Varre o chão. Recolhe os brinquedos. Enrola o fio da Playstation. Passa uma camisa a ferro e umas calças do marido. Recolhe uma papelada da mesa e mete-a na pasta. Limpa a bancada da cozinha. Senta-se no sofá ao lado do marido. Ele acorda. Abraça-a. Conta-lhe um segredo. Levanta-se. Volta com um ramo de flores. “Feliz Dia Internacional da Mulher!”. Adormecem agarrados. 24h34. Um dia interminável...
6h15. Acorda. Levanta-se. Um duche rápido. Ouve o Eduardo a chorar…
Mais um dia…
Uma homenagem às mulheres…
Efectivamente grandes seres humanos.
Afectivamente a minha admiração para todas elas.
quarta-feira, 7 de março de 2007
O teu sorriso na minha janela.
O teu sorriso espreitou hoje através da minha janela e eu deixei-o entrar.
Deixo sempre. Não lhe consigo resistir. Engana-me, mente-me, ilude-me, desilude-me, encanta-me, desencantam-me, fascina-me, enlouquece-me, magoa-me, alegra-me, chateia-me, enamora-me… mas já não sei viver sem ele. Talvez por isso o deixe entrar sempre que espreita através da minha janela.
Queria poder tê-lo só para mim… como quem possui o mais valioso tesouro. Mas sei que se fosse só meu perderia o encanto…
Sei que quando o usas consegues tudo aquilo a que te propões… Sei que é mágico. Sei que há quem pague fortunas para o ver… Mas também sei que não espreita por outras janelas. E isso mostra o quão especial pode ser.
Às vezes sonho com ele. Vejo-o entrar e fica a morar ali. Mas o dia amanhece e ele parte silencioso. Sei que volta. Volta sempre. E eu voltarei a deixa-lo entrar.
Efectivamente uma janela entreaberta.
Afectivamente à espera do teu sorriso.
Deixo sempre. Não lhe consigo resistir. Engana-me, mente-me, ilude-me, desilude-me, encanta-me, desencantam-me, fascina-me, enlouquece-me, magoa-me, alegra-me, chateia-me, enamora-me… mas já não sei viver sem ele. Talvez por isso o deixe entrar sempre que espreita através da minha janela.
Queria poder tê-lo só para mim… como quem possui o mais valioso tesouro. Mas sei que se fosse só meu perderia o encanto…
Sei que quando o usas consegues tudo aquilo a que te propões… Sei que é mágico. Sei que há quem pague fortunas para o ver… Mas também sei que não espreita por outras janelas. E isso mostra o quão especial pode ser.
Às vezes sonho com ele. Vejo-o entrar e fica a morar ali. Mas o dia amanhece e ele parte silencioso. Sei que volta. Volta sempre. E eu voltarei a deixa-lo entrar.
Efectivamente uma janela entreaberta.
Afectivamente à espera do teu sorriso.
terça-feira, 6 de março de 2007
De partida?
Foste embora e levaste contigo as palavras.
Sem despedidas. Sem demoras. Partiste sem dizer nada.
Fiquei perdida. Sozinha. Com medo.
De repente sou só interrogações:
Quando voltas?
Voltas?
Que significa o teu silêncio?
Que fizeste às palavras que te dei?
Onde estão os sentimentos que te conheci?
Quais são as tuas dúvidas?
Porque é que não as contas como sempre?
Que pensamentos te invadem?
Porque não os partilhas comigo?
O que é que mudou?
Porquê?
No fundo só queria que tudo voltasse a ter a mesma forma. A ter o mesmo sabor. A ter a mesma fragrância. A ser como era…
E tu…
Foste embora e levaste contigo as palavras... que me prometeste.
Efectivamente sinto-te de partida.
Afectivamente dor.
Sem despedidas. Sem demoras. Partiste sem dizer nada.
Fiquei perdida. Sozinha. Com medo.
De repente sou só interrogações:
Quando voltas?
Voltas?
Que significa o teu silêncio?
Que fizeste às palavras que te dei?
Onde estão os sentimentos que te conheci?
Quais são as tuas dúvidas?
Porque é que não as contas como sempre?
Que pensamentos te invadem?
Porque não os partilhas comigo?
O que é que mudou?
Porquê?
No fundo só queria que tudo voltasse a ter a mesma forma. A ter o mesmo sabor. A ter a mesma fragrância. A ser como era…
E tu…
Foste embora e levaste contigo as palavras... que me prometeste.
Efectivamente sinto-te de partida.
Afectivamente dor.
segunda-feira, 5 de março de 2007
Se pudesse… uma carta!
Tem sido tão difícil seguir com a minha vida depois de ti.
Nunca pensei… A sério. Chega a ser ridículo. Mas, às vezes, parece que vivo numa das muitas canções de dor de corno do Tony Carreira. “Depois de ti mais nada. Nem sol nem madrugada...”
É desesperante não saber que fazes do tempo que nos demos. Que, na altura, me parecia tão necessário. E hoje me parece uma perfeita estupidez. Assusta-me pensar que podes não voltar. És livre para faze-lo. Eu… é que já não me sinto livre… sem ti. O que é uma contradição. Não tenho vontade de nada. A energia parece estar a acabar e é como se de repente só me alimentasse de ti. Não há uma volta que o ponteiro dos segundos dê no relógio que eu não me lembre de ti. Do teu sorriso malandro. Da tua conversa meiga e atenta a todos pormenores. Da tua barba suave. Do teu jeito desajeitado. Da tua sinceridade apaixonante. Do teu sentido de humor. Da tua capacidade de me fazer rir e acreditar que tudo é possível…«basta querer». E a questão é: Será que queremos? Eu quero. Quero muito. Saber de ti. Saber que fazes do tempo que nos demos? Saber se o nosso tempo chegará? Saber como será o nosso tempo? E se de facto aquilo que nos falta é tempo?
Mas as perguntas ficam sem repostas… e há tanto tempo que procuro solução para elas!
Aguardo-te tranquila, ansiosa… às vezes mais, às vezes menos. Aguardo notícias de nós, de ti. Espero que me digas como seguir com a minha vida depois de ti?
Espero que me dês uma resposta… Seja ela qual for. Mas tira-me deste impasse…
Efectivamente num impasse.
Afectivamente uma carta para ti…se pudesse!
Nunca pensei… A sério. Chega a ser ridículo. Mas, às vezes, parece que vivo numa das muitas canções de dor de corno do Tony Carreira. “Depois de ti mais nada. Nem sol nem madrugada...”
É desesperante não saber que fazes do tempo que nos demos. Que, na altura, me parecia tão necessário. E hoje me parece uma perfeita estupidez. Assusta-me pensar que podes não voltar. És livre para faze-lo. Eu… é que já não me sinto livre… sem ti. O que é uma contradição. Não tenho vontade de nada. A energia parece estar a acabar e é como se de repente só me alimentasse de ti. Não há uma volta que o ponteiro dos segundos dê no relógio que eu não me lembre de ti. Do teu sorriso malandro. Da tua conversa meiga e atenta a todos pormenores. Da tua barba suave. Do teu jeito desajeitado. Da tua sinceridade apaixonante. Do teu sentido de humor. Da tua capacidade de me fazer rir e acreditar que tudo é possível…«basta querer». E a questão é: Será que queremos? Eu quero. Quero muito. Saber de ti. Saber que fazes do tempo que nos demos? Saber se o nosso tempo chegará? Saber como será o nosso tempo? E se de facto aquilo que nos falta é tempo?
Mas as perguntas ficam sem repostas… e há tanto tempo que procuro solução para elas!
Aguardo-te tranquila, ansiosa… às vezes mais, às vezes menos. Aguardo notícias de nós, de ti. Espero que me digas como seguir com a minha vida depois de ti?
Espero que me dês uma resposta… Seja ela qual for. Mas tira-me deste impasse…
Efectivamente num impasse.
Afectivamente uma carta para ti…se pudesse!
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